Galegos do Douro na obra de João Araújo Correia

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Ao longo dos séculos XVIII e XIX tornou-se contínua a participação de galegos nos trabalhos mais duros da viticultura do Douro. Ainda hoje, é corrente usar a expressão «trabalhar como um galego», quandose quer falar de trabalho penoso. Chegavam todos os anos, como avesde arribação, em bandos ou «empreitas», oferecendo os seus serviços pelas quintas. Em finais do século XIX, a epopeia da reconstrução do vinhedo durien-se, que havia sido totalmente devastado pela filoxera desde os anos sessenta, foi protagonizada, em grande parte, por galegos. Gaspar Martins Pereira É dessa participação que João de Araújo Correia nos fala nas crónicas e contos que nos deixou.

Descripción

Ao longo dos séculos XVIII e XIX tornou-se contínua a participação de galegos nos trabalhos mais duros da viticultura do Douro. Ainda hoje, é corrente usar a expressão «trabalhar como um galego», quandose quer falar de trabalho penoso. Chegavam todos os anos, como avesde arribação, em bandos ou «empreitas», oferecendo os seus serviços pelas quintas. Em finais do século XIX, a epopeia da reconstrução do vinhedo durien-se, que havia sido totalmente devastado pela filoxera desde os anos sessenta, foi protagonizada, em grande parte, por galegos. Gaspar Martins Pereira É dessa participação que João de Araújo Correia nos fala nas crónicas e contos que nos deixou.